Pesquisar este blog

terça-feira, 28 de novembro de 2017

45º Congresso da ANAF: Muita discussão, nenhuma definição!

No ultimo final de semana, dias 22, 23 e 24, a Associação Nacional dos Árbitros de Futebol (ANAF), reuniu vinte e dois presidentes e representantes de sindicatos e associações do país no 45º Congresso da entidade. O evento ocorreu nas dependências do Hotel D’Luca que fica localizado na bela capital mato-grossense (Cuiabá).

A cerimonia de abertura foi realizada em um luxuoso templo maçom que contou com os representantes da arbitragem, árbitros, imprensa, convidados e diversas autoridades politica da região. A mesa foi composta pelo Presidente da ANAF Marco Antônio Martins, pelo Presidente do Sindicato dos Árbitros do Mato Grosso, Lincoln Ribeiro Taques, pelo Presidente da Assembleia Legislativa do Mato Grosso, deputado Eduardo Botelho (PSB), pelo ex-árbitro FIFA Cláudio Vinicius Cerdeira, representando o presidente da CBF Marco Polo Del Nero e pelo Presidente da Comissão de arbitragem local, Altair Neves Magalhães (Cel. Magalhães).


Cerimônia de abertura

No sábado (23) foram discutidos vários assuntos da categoria, entre eles a ANAF deixar de defender juridicamente os associados inadimplentes, reforma estatutária e o fim da cobrança dos 5% que deixaria de se descontado das taxas passando a ser cobrado em forma de anuidade. Essas e outras propostas que foram discutidas serão aprovadas ou não em uma reunião extraordinária que deve ocorrer em meados de dezembro em Florianópolis.

Também ficou decidido que  a reunião de trabalho de março será em Recife no Pernambuco em data ainda a ser definida e que o próximo Congresso será na bela João Pessoa, capital da Paraíba nos dias 9, 10 e 11 de novembro de 2018.

Nota do Blog do Marçal

De todos os congressos e assembleias acompanhadas pelo Apitonacional até o presente momento, em termo de trabalho, esta, sem duvida nenhuma, foi a que menos se trabalhou e consequentemente trouxe benefícios ou qualquer avanço para a categoria. Nenhum assunto discutido teve decisão final.

Pode se afirmar que tirando a ótima recepção a todos pelo anfitrião Lincoln Taques e a confraternização entre os que estavam presentes, se o evento não tivesse ocorrido, não faria qualquer diferença, tanto é que as principais propostas apesentadas e discutidas, só terão uma definição em uma reunião extraordinária convocada para acontecer no fim do próximo mês em Florianópolis.

A destacar o presidente do sindicato local e sua equipe que não mediram esforços para receber todos com um sorriso estampado no rosto enchendo o ambiente de alegria e simpatia. Como negativo o comportamento do vice presidente Alinor Silva da Paixão que no auge da arrogância e prepotência, se achando um Deus mesmo na sua mediocridade de duas décadas de apito sem sequer um jogo de série A do nacional, não compareceu um segundo sequer no evento, com exceção da abertura onde se isolou no canto do recinto evitando a todos e sendo evitado saindo do recinto como entrou, ou seja, sem ser notado.


O arrogante Alinor Paixão

Em um áudio de whatsapp, do grupo de trabalho do congresso obtido com exclusividade pelo Apitonacional, Alinor diz que não iria ficar fazendo média com ninguém, que não ia bajular pegando nego no aeroporto e levando para passear na chapada porque ele não é funcionário publico ou agente de assembleia e tinha que trabalhar.

Lamentável a afirmação do árbitro CBF, primeiramente porque todos que ali estavam, assim como ele, também trabalham, uns mais, outros menos e uns não mais, mas já trabalharam muito e foi desnecessário o ataque para se defender. Alinor não foi obrigado a fazer nada, como não fez, mas se deu sua palavra que ajudaria a equipe local tinha obrigação de cumprir sua parte como homem que deveria ser e se não fez, alguém teve que trabalhar dobrado para suprir sua parte.

Fazer media é uma palavra muito forte que não cabe no contexto, pois ser gentil, além de fazer bem para quem faz a gentileza, faz melhor ainda para quem recebe que certamente se sentira no dever de fazer no mínimo o mesmo em troca quando tiver a oportunidade. 

Ainda bem que alinores são raras exceções na capital pantaneira e devemos exaltar Marcelo Alves, Lincoln Taques, Aline e tantos outros que diferente do ‘deus da mediocridade’, foram simpáticos, receptivos e prestativos elevando com galhardia a fama de ótimos anfitriões do povo mato-grossense.

Veja abaixo fotos do evento. Fotos: Marçal


Imprensa reunida com o Deputado Eduardo Botelho e Lincoln Taques









domingo, 12 de novembro de 2017

Del Nero articula chapa para provável eleição antecipada


Marco Polo Del Nero (foto), já articula a chapa da sua candidatura para a reeleição da entidade que preside. Com mandato até abril de 2019 e sem adversário, o atual mandatário da CBF deve antecipar o pleito em um ano marcando a eleição para abril do próximo ano. Desta vez, o dirigente vai ampliar o número de vices para aumentar sua base de aliados. Antes eram cinco e agora serão oito.

Segundo se comenta nos bastidores, uma das vagas de vice já foi preenchida. Será ocupado por Rogério Caboclo, seu fiel escudeiro desde os tempos de Federação Paulista de Futebol (FPF), sendo transformado no principal executivo da entidade e o escolhido para suceder Del Nero em qualquer eventualidade como renuncia ou algo mais grave.

Para isso, Marco Polo mexeu até no estatuto da CBF. Antes da mudança do regulamento, o vice mais velho assumia o cargo. Com a alteração, em caso de vacância do poder, os oito vices se reúnem para escolher o substituto do futuro presidente da CBF no próximo mandato.

Diretor Executivo de Gestão da CBF, Caboclo atua com habilidade pelos bastidores do futebol. Em fevereiro ele foi homenageado pela Conmebol (Confederação Sul-Americana de Futebol) em "reconhecimento a sua trajetória e trabalho em prol do futebol do continente". A cerimônia fez parte das comemorações pelos 100 anos da entidade.

Outro dirigente com o cargo de vice já garantido é o empresário Fernando José Macieira Sarney, mais conhecido como Fernando Sarney, filho do ex-presidente da Republica José Sarney. Sarney Filho já ocupa o cargo neste mandato como vice pela região norte e se tornou representante brasileiro na FIFA com a renúncia de Marco Polo ao cargo.

Marco Polo Del Nero e Rogério Caboclo (Foto: Lucas Figueiredo/CBF)

Outros cinco vices serão ocupados por presidentes de federações, como acontece atualmente.

Oitavo vice

Nesta reta final para o pleito, o dirigente ainda vai escolher o oitavo vice da sua chapa. Um ex-jogador poderá ganhar a cadeira. O nome é mantido em segredo pelo presidente da confederação, mas ex-jogadores da Seleção Brasileira como Mauro Silva, Leonardo e Rai, são nomes comentados.

FBI

Desde 2015, Del Nero não deixa o país. Ele evita viagens após ser acusado pelo FBI de fazer parte de um esquema de recebimento de propina na venda de competições no Brasil e no exterior. Teme ser preso fora do país, como aconteceu com seu antecessor, José Maria Marin.

Mesmo com as acusações da CBF, Del Nero consegue controlar com mão de ferro os bastidores do futebol. Ele desarticulou todos os rivais na disputa pela sua sucessão.

quarta-feira, 20 de setembro de 2017


CBF volta atrás e adia árbitro de vídeo 

Uma verdadeira zona, e daquelas bem fuleira, se transformou a CBF (Confederação Brasileira de Futebol) com seus comunicados e desmentidos sobre a utilização do árbitro de vídeo já na próxima rodada da Série A do Campeonato Brasileiro.

Primeiramente o principal dirigente do apito brasileiro, Marcos Cabral Marinho, disse na segunda-feira (18) pela manhã que a entidade não poderia usar os AVs por motivos técnicos, falta de treinamentos e pelo alto valor da experiência. A afirmação foi em resposta aos questionamentos da imprensa após gol de mão anotado pelo corintiano Jô contra a equipe do Vasco da Gama no dia anterior.


Logo depois, na parte da tarde, Marco Polo Del Nero, presidente da CBF, que não aguenta pressão, sucumbiu às recebidas de Eurico Miranda (presidente do Vasco) e determinou a imediata implantação do sistema árbitro de vídeo para acalmar Eurico sem sequer analisar as informações contrarias de seu subordinado que teve que aceitar a ordem com o rabo entre as pernas.

Desde a ordem impensada e impossível de ser colocada em pratica, reuniões e mais reuniões se sucederam entre os dirigentes do apito sem que chegassem a uma conclusão satisfatória e a entidade decidiu agora que só adotará o recurso árbitro de vídeo quando tiver condições de implementá-lo em todos os dez jogos de cada rodada, o que posso supor, não será neste campeonato.

Com os disse e desdisse, a entidade jogou a credibilidade do seu principal campeonato e da arbitragem na lata do lixo, mas o que esperar quando as decisões são tomadas por amadores. Fossem os dirigentes da arbitragem (Cel. Marinho e Sérgio Corrêa) dotados de inteligência e personalidade, teriam demovido de imediato Marco Polo de tomar essa decisão esdruxula preservando a entidade, a arbitragem e a competição mais importante de nosso país. Mas como são subservientes ao extremo, acatam sem contestar qualquer ordem de superiores mesmo que em contrario a tudo que defendem nas palestras, mas são incapazes de dizer algo que contrarie o ‘capo’ da CBF.


Segundo informações vindas do RJ, a ideia inicial de que algumas partidas poderiam ficar sem o árbitro de vídeo por questões técnicas repercutiu mal nos corredores e entre clubes que bateram o pé fazendo que a ideia logo fosse abortada pelo amedrontado Marco Polo Del Nero.

OBS. Após o fiasco da experiencia com AV em Pernambuco, a CBF abandonou o projeto por entender que o alto valor necessário para implantar o sistema e por não concordar com os protocolos da FIFA tendo em vista que as experiencias em Pernambuco mostrou a ineficácia na forma como estava sendo executada. 

A entidade sinalizou em varias entrevistas do responsável pelo AV, Sergio Corrêa, que aguardaria os resultados das outras experiencias que está sendo realizadas em outros países para decidir se e quando adotaria o uso dos AVs. Mas a ordem de Marco Polo Del Nero atropelou os planos dos dirigentes da arbitragem que foram pegos de calças curtas e agora como baratas tontas, não sabem como resolver a situação.

sábado, 26 de agosto de 2017

Verdades e mentiras!

Saiba mais sobre a gestão de Marcos Diniz frente à Confederação de Futebol de Salão do Brasil

No dia 16 de agosto, noticiamos aqui (post anterior), ampla matéria com denuncias sobre a atual gestão da Confederação de Futebol de Salão do Brasil (CFSB).

O presidente da entidade, Marcos Diniz, não respondeu oficialmente à nossa reportagem, porém, em suas publicações recentes em seu perfil pessoal e no da entidade nas redes sociais, ratificou algumas das nossas denuncias e infelizmente, segue sem esclarecer a verdade aos praticantes do "futsal clássico" sobre situações administrativas, financeiras e esportivas em que a entidade se encontra no presente momento, vivendo uma das maiores crises dos últimos anos.

Neste longo, mas necessário post, voltamos ao assunto com novas informações e documentos comprobatório que revelam como a entidade e consequentemente toda a modalidade vem sendo desrespeitada por aqueles que deveriam  não só proteger, mas promover o crescimento e difundir o esporte da bola pesada com tantas glorias ao esporte brasileiro.  

Filiação de Federações:
A CFSB soltou informativo de como as entidades devem proceder para pedir sua filiação junto a ela, porém, em desacordo com o Estatuto Social e sem divulgar os valores financeiros para que a mesma se concretize. Valores estes, que devem ser previamente aprovados pela Assembleia Geral, conforme Estatuto Social da entidade. Outro fato que chama a atenção é abrir prazo para filiação de 01/09 a 31/10 do corrente ano, diferente do "modus operanti" da todas as demais confederações (veja abaixo doc 01).

 O presidente da CFSB ainda encaminhou ofício à Federação Cearense, sobre como proceder para sua filiação (veja abaixo doc. 02) e novamente descumprindo o Estatuto Social da Entidade quanto à informação das taxas, o que fez, com que o gestor esportivo Karluso Lima postasse suas considerações sobre o tema, reiterando várias das nossas denúncias anteriores. (veja abaixo doc. 03).



Filiação da Federação Paulista de Futebol de Salão (FEFUSAL):
Tentando resolver a situação da federação paulista da modalidade junto à Confederação Brasileira, a diretoria nacional acabou caindo no maior erro administrativo da atual gestão, o que estatutariamente, pode-se, inclusive acabar com a cassação do presidente e do seu vice, por improbidade administrativa, se a Assembléia Geral para esta finalidade, for convocada.

Entenda:
A entidade determina que o período para filiação é de 01/09 a 31/10 e no dia 22/08 assina certificado de filiação da entidade  paulista (veja abaixo doc. 04), entidade que "oficialmente" não realizou sequer um evento desde a sua fundação (24/03/2017) (veja abaixo doc. 05).




Os interesses pessoais do Presidente da Confederação junto à federação paulista e o vínculo pessoal e de relacionamento entre as entidades, como mostra o doc. 06 abaixo, foi o principal motivo para esse "tiro no pé" e a retaliação pessoal de Marcos Diniz que ao assim agir, faz com que São Paulo se torne a primeira entidade hoje filiada à Confederação, uma vez, que em ato ditatorial e sem embasamento legal, desfiliou e entidade cearense e agora, proporcionou à ela o direito de se refiliar. 

Diante disto fica a pergunta deste blogueiro para ser respondida: qual o valor das taxas pagas CFSB pela FEFUSAL? Quando e de que forma as mesmas foram pagas?

Clubes, entidades, prefeituras e dirigentes foram enganados:
A tradicional equipe do Colorado de Jundiaí, a mais vitoriosa do futebol da bola pesada em nosso país, que conta com dirigentes sérios e comprometidos com a modalidade, que tem grande investimento financeiro em seu elenco, viagens e eventos, é com certeza mais uma vítima da má administração da modalidade, em sua esfera administrativa, esportiva e financeira, pois, possui como conquistas em quadras, eventos organizados e chancelados pela FEFUSAL em anos anteriores e que infelizmente NÃO PODEM ser de fato reconhecidos, como por exemplo, o Torneio Vicente Scherma, onde a equipe detém o título de campeão, por ter disputado em 2015 o torneio, organizado pela Fefusal com apoio da CFSB  (veja abaixo doc. 07), se houver seriedade por parte da Confederação, pois, a entidade estadual foi fundada somente este ano. Reafirmamos que o elenco do clube e sua direção em nada compactuam com os erros das entidades e em nosso entendimento são vítimas da história inventada.
Prefeituras como a de Várzea Paulista também foram vítimas ao sediar um "campeonato paulista feminino FEFUSAL" isso sem falar de equipes em outros edições do paulista feminino (doc. 08) sem que a entidade existisse juridicamente e muitas outras equipes e entidades foram enganadas na mesma história, inclusive, em eventos nacionais e neste caso prejudicando outros Estados como Minas e Ceará (doc.09).



Entre os dirigentes esportivos enganados na história da FEFUSAL destacamos Dr. Alárcon, presidente da AMF, que esteve a convite da CFSB prestigiando a final de um campeonato organizado pela entidade estadual e reconhecida pela filiada nacional junto à AMF, sem saber que aquilo era apenas mais um evento, sem contexto, uma vez que as equipes participantes disputaram mais em evento que não pode ser reconhecido, pois, quem realizou não existia juridicamente (doc. 10).


Não vamos nos estender nos prejudicados, fomos iludidos e enganados da história da entidade estadual com ciência e aval da CFSB, em especial de seu presidente, mas, não podemos deixar de citar instituições sérias que também foram "arroladas" no enredo, sem nada saber, como SESI (doc. 11) e Secretária de Esportes de Jacareí (doc. 12).



Diante do citado, novamente fica a pergunta deste blogueiro para ser respondida: onde estão os valores pagos pelas equipes para a disputa desses eventos? Quem vai responder pelo dolo causado aos participantes, que gastaram para nada ganharem de maneira oficial no contexto legal esportivo? Quantos atletas e dirigentes que foram enganados vão se manifestar e buscar seus direitos, pelo menos, do ressarcimento financeiro de serem enganados? Quantos vão ficar no silêncio? Qual a solução a ser dada pelas entidades do desporto envolvidas?

NOTA: Desejamos sucesso na recém constituída federação paulista e que ela tenha independência política para resgatar a modalidade no Estado e que realmente cumpra seu papel desportivo com lisura, transparência e pautada em seu Estatuto Social que foi consolidado.

CFSB publica que irá cumprir acordo:
Após nossa denúncia de que bolas da marca Kagiva estavam sendo usadas para pagamento de dívidas da CFSB com outros e de autopromoção pessoal, a Confederação e seu presidente, publicam que vão distribuir gratuitamente às bolas para as entidades, com o objetivo de divulgar e incentivar a modalidade, porém, sem informar os critérios de distribuição (doc. 13).


Restrições Financeiras e outros impedimentos:
Pelo fato da CBFS possuir restrição financeira em alguns órgãos de proteção ao crédito (veja doc. 14 abaixo), seu presidente, estaria solicitando com frequência que pessoas adquiram em seus CPFs necessidades da entidade do desporto e infelizmente, acaba, em algumas vezes atrasando ou não honrado com seus compromissos, prejudicando pessoas que também acreditaram no projeto. 


Abaixo declaração e cópia de um cheque de mais de R$ 20 mil reais dados para garantia de pagamento de hospedagem e alimentação, em evento internacional, do ano passado e de responsabilidade da CFSB para manter a discrição das pessoas. Desta forma garantimos a credibilidade das informações, por nós, divulgadas.


Mundial no Brasil:
A CFSB deseja confirmar sua inscrição para sediar o Mundial Masculino da AMF (doc. 15), inclusive, em comemoração à primeira conquista do esporte da bola pesada por nossa "amarelinha", o que consideramos, uma ótima iniciativa, porém, existe uma taxa internacional de US$ 40 mil (doc.16) e hoje acreditamos ser muito difícil esse projeto audacioso e sugerimos que antes desse passo importantíssimo a entidade se organizasse administrativamente e esportivamente e cumpra seu principal papel que é o de fomentar e desenvolver a modalidade em todo nosso território nacional.




Página oficial da AMF anuncia entidade inexistente:
O perfil oficial da AMF na rede social Facebook noticiou em 2016 reunião da nova diretoria da Federação Paulista da modalidade, o que à época não existia legalmente constituída e com seus Registros junto aos órgãos legais, principalmente, no Cadastro Nacional de Pessoa Jurídica (veja abaixo). 


Pedindo explicações:
A Federação Cearense notificou a CBFS, via carta AR, solicitando diversas explicações e apresentação de documentos à diretoria executiva da entidade, principalmente, o Balanço Patrimonial , com aval do Conselho Fiscal e devidamente registrado, dos anos anteriores da gestão de Marco Diniz e que pelo que consta não existe tais documentos, o que o tornaria inelegível, segundo nossa Legislação e o Estatuto da Entidade (veja abaixo).


O lado do bem:
A CFSB com todos esses problemas administrativos e financeiros e mesmo agindo de maneira equivocada, vem fazendo um trabalho positivo em alguns aspectos e merece o apoio financeiro para algumas ações, principalmente, o mundial feminino (doc. 17) porém, aconselhamos que busque o apoio diretamente à Comissão Técnica e/ou suas atletas. Informações podem facilmente serem obtidas em redes sociais.



O Blog do Maçal tem o compromisso com a verdade e o que de bom for feito para resolver essas situações em prol do nosso desporto, o espaço estará aberto para divulgação dessas ações.

quarta-feira, 16 de agosto de 2017

Represálias

Após divulgar dividas, Federação de Futebol de Salão do Ceará é desfiliada pela Confederação da modalidade

Mesmo parecidos, o futebol de salão e o futsal são organizados por entidades diferentes. O futebol de salão é de responsabilidade da Associação Mundial de Futsal (AMF) e o futsal é regido pela Federação Internacional de Futebol (FIFA).

Com o sucesso do futsal, a FIFA tentou assumir o controle da modalidade entrando em um território que  tinha dono criando um impasse. Tentativas de fusão entre a FIFUSA e a FIFA foram planejadas, entretanto não vingaram e as divergências entre as duas entidades só aumentam desde então. O nome “futsal”, por exemplo, foi criado pela FIFUSA, porque a FIFA proibia o uso do nome “Futebol” numa modalidade que não fosse controlada por ela.

A FIFUSA perdeu força e acabou extinta no início da década de 90. Atualmente o Futebol de Salão é organizado pela Associação Mundial de Futsal (AMF), a qual a Confederação de Futebol de Salão do Brasil (CFSB) é filiada.

Seguindo o exemplo mundial, não é de hoje que o futebol de salão tradicional em nosso país encontra-se em brigas políticas e administrativas. O "esporte da bola pesada" hoje classificado como "futebol de salão clássico", vive uma das suas maiores crises políticas e administrativas da história do esporte no Brasil.

Aumentando a crise, a Confederação de Futebol de Salão do Brasil (CFSB), desfiliou recentemente a federação cearense da modalidade. Segundo apurado, teria sido em represália ao representante da filiada que teria exposto a CBFS e seu presidente, Marcos Paulo Diniz, em uma situação que envolve venda e permutas de bolas entre as partes.

Informado do ocorrido, o Blog do Marçal foi apurar as denuncias. Segundo apurado, o gestor esportivo Karluso Lima de Oliveira, ouvido por este Blog, informou que a desfiliação da Federação Cearense da modalidade foi um ato ditatorial praticado justamente contra a federação mais ativa e mais atuante no país, com calendário anual abrangendo jogos desde o escolar até o de alto rendimento em todas as categorias tanto no masculino como no feminino.

Segundo ainda o gestor, Ceara é o único estado no país com estrutura esportiva de clubes e associações vinculadas à Federação, com filiação de atletas, regimento de transferências e Tribunal de Justiça Desportiva.

"Para filiação ou desfiliação de qualquer entidade é necessário a convocação de Assembleia Geral e não via ofício assinado pelo ditador-presidente" - disse Karluso ao Blog do Marçal.

Veja abaixo o que diz o estatuto da CFSB sobre desfiliação.


Karluso ainda questionou o fato de jogadores terem que pagar desde uniforme até hospedagem e alimentação para defenderem sua Seleção Nacional e isso ser colocado via ofício pelo presidente da Entidade (veja oficio abaixo). 


"O futsal AMF é forte, tem uma entidade mundial atuante, séria e aqui não é diferente, só não podemos deixar que uma pessoa se ache o dono da bola e quando contrariado pegue essa bola e vai embora para sua casa. Esporte se faz com cobranças, planejamentos, ações, investimentos, renovações e sobretudo com transparência e verdade à todos! Nada tenho contra o Marcos Diniz pai de família e amigo, tenho divergências com o Marcos Diniz presidente e dirigente, por favor, não confundam!”

Finalizando o dirigente cearense disse:

“Quero também agradecer ao Blog do Marçal que nos procurou e por me ouvir via telefone, pelas mensagens trocadas via wats e e-mails e pela sua contribuição em dar voz ao nosso esporte, infelizmente em um momento delicado e chato, mas com o prestígio do Blog nosso grito por diálogo e mudanças se torna mais forte e alto".

Entenda

No ano passado, durante o Sul-americano de clubes disputado no município de Praia Grande, no litoral paulista, Karluso Lima afirma ter, a titulo de empréstimo, pago  despesas de uniformes da Seleção Máster que disputou evento amistoso além de despesas do evento relacionados a hospedagem e alimentação para evitar que pessoas fossem “convidadas” a se retirarem do hotel oficial da competição por falta de pagamento das diárias, o que geraria grande repercussão negativa ao Brasil, pais anfitrião do evento (Veja comprovante abaixo).

Em contrapartida, segundo Karluso, depois de tentar receber de todas as formas o valor emprestado, propôs ao presidente da CFSB converter o valor em bolas da marca Kagiva (patrocinadora oficial da entidade) para uso em seus eventos estaduais. Porém, ao receber as bolas, a Confederação publicou na página oficial que teria sido "apoio" ao estado do Ceará, escondendo a verdade acordada entre as partes. 

Clique aqui e veja postagens sobre a remessa das bolas. 

O Blog do Marçal também tomou conhecimento que esta situação está prejudicando, inclusive, a seleção brasileira principal, pois segundo muitos atletas, é prometido a eles uma infra-estrutura que não existe. O ex-goleiro da Seleção Brasileira e do Ceará Genuca Júnior (foto abaixo) postou um desabafo na sua mídia social. 

"Marcos Diniz, muito provavelmente esse meu comentário representará minha desgraça total dentro da atual administração da CFSB e já me preparo para nunca mais ser lembrado em qualquer convocação ou atividade dessa confederação, ainda que eu esteja no meu melhor momento, mas não posso mais segurar minha tristeza em meio a atual situação do Futsal AMF no Brasil. É lamentável os rumos que estão sendo tomados por alguns de nossos dirigentes" - Clique aqui e leia o relato completo do ex-goleiro.

Em pesquisas realizadas na internet e com clientes, fornecedores, árbitros e atletas, fomos alertados ainda a questionar os seguintes pontos:

> A entidade supostamente não tem conta bancária em sua titularidade, nesse caso, onde são depositados os recursos recebidos como por exemplo das vendas de camisetas da Seleção como mostradas nesse link (Clique aqui)

De que forma são efetuados os pagamentos à fornecedores e os recebimentos?

> Onde está publicado o Balanço Patrimonial e o parecer do Conselho Fiscal da Entidade nos últimos anos?

> Onde está publicado a prestação de contas da entidade com exibição dos documentos fiscais e legais que deram origem à eles?

> Onde está publicado ou como ter acesso as minutas de parceria e colaboração com SESC, SESI e Secretaria de Esportes?

> Onde está publicado ou como ter acesso as minutas de propostas e parceria com as bolas Kagiva e Euro?

Marcos Diniz (óculos) ao lado do Diretor do SESI/Jacareí Paulo Coelho (foto facebook)

As denuncias não param por ai. O Blog foi informados também que até o mês de fevereiro algumas federações esportivas como por exemplo a FEFUSAL/SP (veja), e FEFUSPAR/PR (veja), supostamente só existiriam em redes sociais e estariam em processo de fundação, porém, já realizando e/ou apoiando eventos há pelo menos dois anos. Segundo ainda as informações, essas federações não teriam estatutos sociais, CNPJ e nem diretorias eleitas legalmente como pede o estatuto da CFSB.


Segundo as informações, Marcos Diniz, seria quem administra as mídias sociais dessas supostas entidades laranja e estaria usando pessoas que pode vir até prejudicá-las por eventuais crimes como estelionato, falsidade ideológica e formação de quadrilha ao propor e realizar eventos em parcerias com entidades públicas e privadas.

O que eles disseram

Atualizado 17/08/2017 as 17:01hs

O blog procurou as pessoas e entidades citadas na matéria. 

A Euro Sports informou que manteve parceria de um ano com a CFSB durante o ano de 2015 e que a parceria findou em 30 de dezembro daquele ano. Informou também que na vigência do contrato fornecia bolas oficiais para as competições.

Segundo o comunicado, todas as equipes deveriam adquirir bolas da marca Euro e não era do conhecimento da empresa que bolas eram comercializadas ou usadas como moeda de troca de dividas, pois não era esta a finalidade.

Por fim a Euro Sports informa que mantem parceira com a CNFS com quem tem contrato até 2018 e que apoia, patrocina e financia varios segmentos, porém todos sérios.

Também procurados, a Secretaria de Esportes de Jacareí e a unidade SESI Jacareí não responderam até o fechamento da matéria.

Procurado, Marcos Diniz não retornou nosso contato.


O espaço esta aberto para qualquer pessoa que, citado na matéria, queira se pronunciar.

quarta-feira, 2 de agosto de 2017

Beach Soccer atrasa pagamentos dos árbitros!

O Blog do Marçal recebeu a denuncia que a Liga Paulista de Beach Soccer (LPBS) não efetuou pagamentos a alguns árbitros e fornecedores em decorrência dos serviços prestados nos eventos realizados na cidade de Caraguatatuba no litoral paulista.

Em contato com alguns árbitros para apurar a denúncia feita pelos mesmos, eles informaram que "entendem o ocorrido com a entidade, mas que precisam receber, pois largaram os familiares e compromissos" para atenderem as escalas.

Em conversa com o Blog do Marçal, Douglas D´Andréa, presidente da entidade, assumiu os valores em aberto afirmando que todos irão receber e que basta ver as publicações na página da entidade que expõe toda situação desde o início. D´Andréa aproveitou a oportunidade para agradecer o grupo de oficiais de arbitragem e fornecedores que entenderam a situação, principalmente pela entidade ser nova, não ter receitas e por nenhuma equipe ou atleta ter pagado qualquer valor para disputar os eventos.

O Presidente afirmou ainda que após as denúncias feitas à Prefeitura local (Caraguatatuba), que culminou com a exoneração do Secretário de Esportes e o afastamento de seu primeiro escalão, o pagamento por indenização para a entidade que preside deve acontecer em breve. Para Douglas, a indenização do poder municipal é fruto da grande credibilidade dada à entidade que provou ter sido também vítima de uma situação de má gestão administrativa por parte da antiga administração esportiva da cidade.

O dirigente ainda faz um apelo para que independente da entidade, a modalidade tem que ser resgatada e levada a sério em nosso Estado. Douglas que é o nome mais forte da modalidade no Estado é também Secretário Geral da Confederação Brasileira de Beach Soccer, reafirmou que o prejuízo causado pela Prefeitura Municipal de Caraguatatuba atrasou todo o calendário esportivo da cidade e que o mesmo voltará assim que as dívidas forem sanadas.

Douglas D´Andréa

O presidente da Liga Paulista de Beach Soccer entregou ao Blog relatórios de atividades desde a fundação da entidade em Janeiro deste ano provando que a Liga estava em funcionamento. O relatório aponta 37 eventos apoiados e/ou realizados com chancela e/ou apoio e a presença de diretores da entidade em todos eles. Segundo ainda o relatório, dezessete cidades voltaram a praticar regularmente a modalidade e foi dada assessoria técnica a oito municípios para construção de novas arenas. Por fim, o dirigente afirma que a LPBS filiou 53 clubes e associações, todas elas com as respectivas documentações, além de 16 prefeituras.

“Filiamos 1.243 atletas, todos com ficha individual, realizamos campeonatos estaduais em todas as categorias e em ambos os sexos, realizamos torneio de clubes e jogos amistosos e festivais, formamos e diplomamos 83 novos árbitros, buscamos parceiros comerciais” – disse Douglas D´Andréa.


Em consulta à Prefeitura de Caraguatatuba a mesma confirma que em breve ocorrerá o pagamento por indenização e que essa providencia só foi possível após as denuncias efetuadas pelo Presidente da Liga e que abriu os respectivos processos disciplinares que correm sob sigilo.

quarta-feira, 19 de julho de 2017

Gol da Board Brasileira

Análise do Gol do Inter x Luverdense 


A luz da nova redação e recomendações da regra 11, o lance que originou o gol do Internacional marcado contra a Luverdense na ultima terça-feira (18) pelo atacante Pottker, aos 46’ do segundo tempo, foi legal, mas que rasga o espírito da regra e do fair play (jogo limpo).

O assistente Márcio Eustáquio Santiago acabou sinalizando o impedimento em um lance que o árbitro Igor Benevenuto, ambos de Minas gerais, mandou seguir, gerando revolta entre os jogadores do time de Mato Grosso.

Um jogador em posição de impedimento só será marcado a infração se incorrer no jogo ativo (jogar ou tocar a bola) ou impedir que o adversário o faça! Cabe ressaltar que o "gesto e atitude" saíram da redação, portanto só fisicamente poderia configurar o tal "impedir".

No lance em questão o atacante do Inter, Willian Potker, ao correr pra jogada e ver o assistente assinalar o impedimento, automaticamente para na jogada, retarda sua ação e claramente impede que um dos adversários prossiga no lance. Ação causada pela precipitação do assistente que não aguardou a jogada concluir, mas que ocasionou a infração.

Veja o lance abaixo.



Mesmo que a luz da redação não se pudesse marcar o impedimento num primeiro momento, o desenrolar da jogada estava comprometido, já havia interferência clara do atacante na defesa e o árbitro deveria paralisar o lance. Sendo até sensível a aplicação de um bola ao chão, verificado o erro primário cometido pelo assistente.

O agravante na jogada que torna o gol imoral foi que o atacante que estava em posição no início do lance foi o que concluiu a jogada já com ambas as equipes paralisadas. Portanto o gol foi legal, mais imoral.

Por fim outro grande erro da interpretação da board brasileira é o tal desvio, rebote ou passe deliberado. Há quem diga que o tal "passe" veio do defensor do Luverdense, que ao tentar ser driblado, a bola toca na sua perna e vai pro atacante do Inter, onde não havia a menor intenção. Portanto apenas desvio o que não tira a posição de impedimento.

Conclusão gol brasileiro!

* Não menos lamentável do que a lambança no jogo, foi o vestimento da arbitragem que atuou de meia-calça, traje tipicamente feminino, quando orientação da CBF seria usar, nesse caso, camisa, calção e meias amarelas. Orientação também desrespeitada pelos imuteis árbitros de fundo que atuam de agasalhos.